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O que é?


    inteligencia%20artificialInteligência artificial é um ramo de pesquisa que não tem um conceito definitivo. Apesar dos vários anos em que se têm avanços nesse campo, do longo tempo em que se fazem pesquisas sobre a inteligência artificial, ainda não se chegou num consenso  exato sobre essa área. No entanto, sabe -se que, em princípio, a inteligência artificial busca fazer um mecanismo, criado pelo homem, conseguir resolver problemas, bem como exercícios de raciocínio lógico. Em outras palavras, fazer uma máquina pensar.

    A dificuldade de se obter uma definição precisa para essa área se baseia no fato de que a explicação da palavra “'artificial” é simples (algo construído pelo homem) . Mas a definição de inteligência tem diferentes faces, de acordo com a área que a analisa. Tem um significado diferente para a Sociologia e outro para Psicologia, e outro para outras áreas. Especificamente na área de inteligência artificial, o conceito de inteligência vem mais forte no sentido de “imitar” o funcionamento da mente humana. Pesquisadores apontam que problemas resolvidos por um computador teriam que ser idealizados, antes, por humanos no processo de confecção dessa máquina.

   Em princípio imaginou-se que computadores poderiam ajudar pesquisas e cálculos , fazendo equações simples e de forma prática. Não se imaginava que a inteligência artificial pudesse ficar tão “inteligente” como, por exemplo, a que temos hoje. Com um começo promissor, na missão de resolver cálculos, passou-se a vislumbrar utilidades maiores para as máquinas. Com isso, pesquisas foram sendo feitas e novos rumos paralelos à inteligência artificial foram sendo seguidos, como as redes neurais, Robótica, mais tarde a Nanotecnologia e outras.

    Alguns teóricos que atuam nesse campo costumam visualizar dois caminhos prováveis para a inteligência artificial, a  fraca e a forte. A forte considera a ideia de que uma máquina consiga raciocinar de forma humana. Já a fraca usa o experimento feito por Alan Turing, o Teste de Turing que consistia numa avaliação em que se aplicava a um humano e uma máquina. A máquina passaria no teste caso não se notasse a diferença nas respostas do humano e da máquina. Com as contínuas falhas das máquinas de passar nos testes, Alan Turing chegou a dizer que no ano de 2000, as máquinas teriam capacidade de passar nos testes. Até hoje, nenhuma máquina conseguiu passar.


    Se antes a inteligência artificial era um “monstro de sete cabeças”, que envolvia computadores gigantescos para executar somente equações matemáticas, hoje ela está em cada ação que fazemos. Computadores bem menores e com muito mais funções que os primórdios, jogos de videogames que simulam o comportamento humano com cada vez mais precisão, celulares que estão cada vez com mais sofisticações são só alguns exemplos dos avanços tecnológicos que a inteligência artificial nos trouxe.

    Conforme os avanços da inteligência artificial foram dando resultado, começou-se a pensar em como seria dividir o mundo com as máquinas. Questionamentos éticos e sociológicos começaram a ser feitos. Questões a respeito de como tratar ou definir algo que não fosse humano, mas fizesse parte do nosso mundo do mesmo jeito que nós, começaram a surgir. Outras questões como a submissão ou não aos humanos são aquelas geralmente lançadas nesse assunto.     

    O inegável é que, no princípio da inteligência artificial, simular o mais perto possível do pensamento humano era o idealizado. Hoje, a inteligência artificial ainda não alcançou esse nível, de realmente agir e pensa semelhantemente ao funcionamento da mente humana, mas cada vez mais se nota a tendência das máquinas serem projetadas para executar funções específicas, não priorizando a polivalência de funções, mas com um aproveitamento superior aos humanos.

    Sendo assim, a inteligência artificial, mesmo não tendo uma definição fixa e concreta, é uma realidade muito próxima de todos nós.